Uma Apreciação Analítica das Obras Completas de Reginaldo (Por um Crítico Literário do Século XXIII)

MickeysAtaulfo Schumpeta, 06/08/2213

Quando nos debruçamos sobre a historiografia crítica da produção literária e filosófica dos primeiros decênios do século XXI, poucos fatos chamam tanto a atenção como o destaque que adquiriu, pelo menos a partir de meados do século XXII, a obra do pensador e poeta recifense Reginaldo. Como criatura de tão pouco talento estilístico e com tão limitada capacidade imaginativa pode ter sido tão extensamente lido e comentado em todos os cantos da Terra e de Vênus?

Segundo Lamb-Lamb, tal fenômeno só se explica pela atmosfera de absoluta aridez intelectual em que Reginaldo escreveu. Como se sabe, a literatura, tal como a humanidade a havia concebido nos dois milênios precedentes, acabou em 2011 com a publicação do livro “50 Tons de Cinza”. Nas palavras do próprio Lamb-Lamb: “aquilo que era um exercício estético e uma investigação existencial sobre o papel da humanidade no Cosmos transformou-se num pretexto cultural para a masturbação individual e coletiva. Num cenário em que os videogames haviam assumido a função do pensamento especulativo tradicionalmente associado à filosofia, qualquer escritor medíocre que se levasse a sério o bastante tinha chances de cair nas graças do restrito número de leitores hipsters e emos que mantiveram vivo o hábito de ler livros não por prazer, mas por angústia[1].

Tal afirmação, todavia, precisa ser reavaliada à luz dos trabalhos acadêmicos mais recentes, que tem identificado a sobrevivência de uma série de nichos culturais onde a literatura continuou a ser praticada. Coletânea recentemente publicada pelo departamento de letras profanas da Universidade do Pólo Sul identificou uma série de movimentos marginais que mantiveram a literatura viva ao longo do século XXI, como o Gugu-dadáismo, o movimento coprofágico e a própria Escola da Pipoca.

A importância cultural da obra reginaldiana precisa ser encontrada, portanto, em seus próprios livros. Só sobre seu “O Ser Besta e o Tempo Perdido”, por exemplo, já foram escritas bibliotecas inteiras. E os debates acadêmicos sobre a “Teoria Monocausal da História da Humanidade” não estão, nem de longe, pertos de chegar a um fim.

Para dizer o mínimo, a “Teoria Monocausal” promoveu verdadeira reviravolta no nosso entendimento sobre o fenômeno da idiotice humana. Quando se analisam as tentativas pré-reginaldológicas de refletir sobre as principais questões históricas, por exemplo, é estarrecedor – ao menos para nossas sensibilidades contemporâneas – a hesitação dos pensadores em atribuir a explicação de qualquer fenômeno social à pura e mera imbecilidade. Como o próprio Reginaldo escreveu em seu “Apontamentos para uma Filosofia do Desbunde”: “o preconceito antropocêntrico nos impediu, por milênios, de apreender o que talvez seja a verdade mais fundamental sobre a experiência humana neste planeta”. Com isso, ele queria dizer que o zelo humanista das gerações pregressas impossibilitou a percepção do que Reginaldo chamou de “imbecilidade fundamental da pessoa humana”.

Há consenso entre seus biógrafos sobre o fato de ter sido o aparecimento e desenvolvimento das redes sociais – em especial o facebook – que inspirou Reginaldo a desenvolver as suas teorias. No seu “O Fardo deste Homem Branco: Uma Autobiografia Intelectual”, ele escreveu: “intrigava-me que o desenvolvimento de uma tecnologia que finalmente havia possibilitado a difusão das maiores obras do engenho humano para praticamente todos os povos e classes sociais tenha, paradoxalmente, servido de veículo à mais vergonhosa e generalizada manifestação pública de opiniões sem fundamento[2].”

Ao se dar conta, lendo os comentários no facebook, de que a humanidade não apenas tem uma natureza intrinsecamente idiota, mas que, existindo oportunidade, essa natureza forçosamente se manifestará, nosso autor desenvolveu o pontapé inicial de sua filosofia, que nas gerações posteriores passou a ser conhecido como o Axioma de Reginaldo:

“Se uma idiotice hipoteticamente pode ser dita ou feita, forçosamente alguém a dirá ou fará, desde que ele tenha oportunidade de fazê-la em público[3].”

Desvelava-se, assim, todo um ramo de investigação sobre o espírito do homem. É preciso entender que, ao lançar-se a essa epopéia intelectual, Reginaldo estava atraindo para si a ira da intelectualidade contemporânea, que ele definiu como o “status quo de uma idiotice epistemologicamente precavida contra o auto-conhecimento”. Acusaram-no de extrema arrogância, e seus primeiros críticos afirmaram, maliciosamente, que ele estava projetando na humanidade inteira uma característica mental que era, em última análise, apenas sua.

Só uma leitura superficial da obra de Reginaldo poderia justificar o entendimento de que ele se considerava um privilegiado, uma exceção de lucidez em meio a um mar de mentecaptos com que ele não se identificava. Sua tese era mais sofisticada que isso. Segundo ele, o “ser idiota” é parte mesmo do que filosoficamente se convencionava chamar “estar no mundo”.

Só se compreende a Teoria Pura da Idiotice quando se entende que Reginaldo não definia a imbecilidade como uma limitação cognitiva, ou seja, como mera burrice. Ele mesmo disse: “Os maiores idiotas que conheci foram pessoas inteligentíssimas, e apenas com uma grande capacidade cerebral seria possível sofisticar a estupidez humana de forma a torná-la praticamente irrefutável e irreversível[4]. Essas proposições aparentemente contraditórias tornam-se mais claras quando se entende que Reginaldo foi o primeiro a desenvolver com clareza uma definição instrumental da idiotice. Nas palavras do mestre:

“A idiotice humana é um comportamento persistente fundamentado num juízo equivocado sobre o ser, juízo este passível de ser refutado por uma observação empírica simples[5].”

Para aclarar o sentido dessa afirmação aparentemente obscura, sentimos necessidade de ir um pouco mais fundo nos argumentos da Teoria Pura. Tentarei fazer uma síntese de seus principais pontos transcrevendo alguns trechos da obra reginaldiana, mas deixando de lado a profusão de exemplos de imbecilidades históricas que o autor usou para ilustrar a sua tese (mencionarei apenas os casos mais emblemáticos, para facilitar a compreensão).

Para Reginaldo, a idiotice da espécie humana decorre diretamente de nossa capacidade de pensar por conceitos. No capítulo “Eu Vi Adão e Não Gostei”, de seu “Nascimento da Tragédia, ou, Como a Idade da Pedra Lascada nos Lascou”, ele explica:

“Os animais estão aprisionados aos sentidos e ao tempo presente. Claro, eles possuem memória e um repertório de experiências adquiridas, porém, por não possuírem uma linguagem conceitual, eles não podem abstrair sua vivência de mundo. Para o animal, o que é, é, e pronto, e quem quer que não for capaz de instintivamente processar essa tautologia básica do Ser muito provavelmente será devorado na primeira oportunidade.

O homo sapiens, por seu lado, ao associar diversos objetos que encontrava no mundo a sons que eram produzidos por suas cordas vocais, pouco a pouco foi distinguindo o objeto apontado do som (ou palavra) articulado. Com o passar dos milênios, as palavras ganharam vida própria, e nossa espécie sofisticou a sintaxe que usava em suas primeiras tentativas de pensar o mundo.

 Essa foi possivelmente a segunda maior revolução por que passou a matéria – sendo que a primeira foi o próprio surgimento da vida. As palavras libertaram o homem dos sentidos: ele passou a ser capaz de mentalmente evocar um objeto que não estava sendo visto, sentido ou cheirado no instante em que articulava um som. Ele podia até mesmo referir-se a um objeto ou a uma pessoa que não mais existia, ou que jamais havia existido! Nascia, assim, o espírito humano, e nele estava o gérmen da imbecilidade[6].”

 

madruga

O homem primitivo desenvolveu o pensamento conceitual.

Da leitura desse trecho intui-se o que talvez seja uma das principais percepções da reginaldologia: a idiotice não é característica particular de um ou outro indivíduo, é um atributo mesmo do espírito humano. No capítulo “Penso Besteiras, logo Existo”, Reginaldo esclarece:

 “O pensamento conceitual, ao criar uma realidade mental, subjetiva, que apenas em parte presta contas ao mundo exterior, tornou ao homem possível tirar suas próprias conclusões sobre o Universo em que vivia. Em primeiro lugar, ele podia formar uma idéia pessoal sobre como o universo é, mesmo que sua experiência desse universo estivesse limitada a uma vivência sensorial e temporal muito restrita. Em segundo lugar, o homem passou a ser capaz de ter opiniões sobre como o universo deveria ser, ou seja, ele tornou-se capaz de imaginar universos inexistentes, melhores do que o nosso, e ele pensou que, ao menos em teoria, seria possível tornar o nosso universo melhor”[7].

Reginaldo, inspirando-se na tradição filosófica do ocidente, reapresentava a percepção de que é o pensamento conceitual que tornou possível o surgimento da ética e das noções humanas de equidade e justiça. O mundo, tal como se nos apresenta aos sentidos, não é nem bom nem ruim: ele simplesmente é. Mas o pensamento abstrato nos permitiu formular idéias como justiça, liberdade e fraternidade, as quais nem de longe podem ser inferidas de nossa experiência vivida. Ao adquirir uma dimensão espiritual, o homem tornou-se capaz de idealizar sua existência e escolher para si objetivos nobres.

Porém, o mesmo mecanismo mental que tornou possíveis juízos éticos de dever ser sobre a vida também tornaram possíveis juízos equivocados de ser, ou, para dizer de forma mais simples, tornou possível o erro sobre os fatos. Nas palavras de Reginaldo:

 “Que o ser humano seja capaz de imaginar para si um mundo melhor é a origem de todas as coisas boas em que resultou a vida em sociedade. Os sonhos de nossa mente confusa e impressionável são nossa última esperança de escapar da esterilidade de uma existência que é pura reação aos estímulos da dor e da privação.

Porém, a partir do momento que nossa mente se destacou de nossa experiência imediata, o ser humano tornou-se capaz de fazer – motivado pelas mais diferentes motivações psicológicas – afirmações sobre o mundo que absolutamente não encontravam nenhum fundamento na experiência. Ou seja, não se tratava mais de dizer como o mundo deveria ser: o homem havia se tornado capaz de dizer que este mundo é o que ele não é[8].

A percepção expressa por esse trecho é a razão de ser mesma da definição instrumental de idiotice em que o pensamento tardio de Reginaldo desembocou. É de se esperar que diferentes pessoas em diferentes lugares tenham opiniões diversas sobre como deveria ser o mundo. Sem incorrer em formas primitivas de provincianismo cultural, é difícil expressar uma norma ética absoluta e universal a partir da qual as diferentes concepções de mundo poderiam ser julgadas. Porém, o mundo está aí, “acusando-nos, com sua concretude, que existimos”, como disse Reginaldo em um de seus aforismos publicados postumamente[9]. O mínimo que poderíamos fazer seria respeitar as evidências, porém as investigações de Reginaldo revelaram-lhe que o ser humano estava profundamente inclinado a ignorar as obviedades mais elementares sobre o universo em que vivia.

A história está cheia de exemplos de idiotices – ou seja, de juízos equivocados sobre o mundo – levadas às suas últimas conseqüências. Na verdade, em sua “Teoria Monocausal da História”, Reginaldo defende a ousada proposição de que a imbecilidade é o primeiro motor da história humana.

 “A fraternidade humana seria infinitamente mais prudente se possuísse uma idéia realista sobre como realmente é o universo, a natureza humana e a vida em sociedade. Na verdade, tamanha lucidez chegaria a ser paralisante, já que poucas pessoas se aventurariam a fazer algo de novo se tivessem, desde o princípio, a capacidade de prever quantas desgraças poderiam resultar de suas ações[10]”.

Um exemplo extremo dessa forma de imbecilidade geradora de desgraças é-nos dado pelo projeto alemão de fundar, no século XX, um império sobre a Europa que duraria mil anos. Segundo Reginaldo, a proposição de que os povos louros e cabeçudos do norte deveriam dominar o resto da espécie humana é um juízo de dever ser, e dificilmente poderia ser refutado em termos absolutos, já que está fundamentado numa tomada de postura ética sobre o mundo. Porém, a afirmação de que alemães comedores de salsicha são uma raça ariana superior, capaz de impor uma hegemonia sobre todo o continente euroasiático é uma convicção delirante sobre o ser, ou seja, um juízo sobre a realidade que poderia ser refutado por qualquer observação minimamente sensata sobre a vida em altas latitudes.

A história humana é profusa de outros exemplos um pouco mais sutis de imbecilidade. Desde que existem registros históricos escritos, nossa espécie vem se atirando aos mais tresloucados projetos que só se justificam por uma avaliação equivocada do real. Em sua “Teoria Monocausal da História”, porém, Reginaldo dedicou especial atenção a duas formas de imbecilidade típicas do final do II milênio: o marxismo e o feminismo.

No capítulo “A Miséria da Filosofia da Miséria”, Reginaldo observa que:

“É plenamente legítimo desejar uma sociedade mais justa e alguma medida de redistribuição de renda. Creio a essa altura já ter deixado claro que opções sobre a melhor forma de organizar a sociedade não podem ser refutadas por evidências empíricas: trata-se de uma opção política e existencial. Porém, acreditar que aquilo que se costuma chamar de ‘luta de classes’ possa ser abolida por uma refundação mítica da sociedade – pela violência – é um exemplo clássico do tipo de fenômeno que venho exaustivamente analisando em minha obra[11]”.

Com isso, Reginaldo queria dizer que a terapêutica social marxista ignorava compreensões elementares sobre a natureza da política e da personalidade humana. Do mesmo modo, em seu capítulo “A Revolta do Útero contra o Cérebro”, Reginaldo admoesta:

 “Das demandas sociais deste século, nenhuma é tão nobre e defensável quanto a luta pelo tratamento igualitário aos diferentes gêneros e opções sexuais. Porém, tentar fazer a justiça social em prejuízo da realidade, dando um salto mortal da deontologia para a ontologia, é arriscado demais. Querer a igualdade num nível dos fatos só é possível se passamos por cima das diferenças com um rolo compressor da engenharia social. E isso não é apenas uma violência: é uma estupidez que, ao ignorar os fatos, torna a vida em sociedade menos rica e bela. A busca pela androginia perfeita ameaça, na verdade, abolir as noções civilizatórias de masculino e feminino, e transformar-nos todos em nada mais que bons cidadãos, ou seja, a refutação da poesia.”

De todas as ciências jamais desenvolvidas pela humanidade, nenhuma seria tão emblemática da imbecilidade reginaldeanamente definida quanto a Economia. Liberalismo, desenvolvimentismo, keyneseanismo e o próprio marxismo seriam todos, na avaliação regináldica, uma espécie de anti-ciência voltada à persuasão de pessoas sensatas de que a realidade é exatamente o oposto do que ela aparenta ser (ou seja, do que ela é). Pretextos políticos e psicológicos levaram à construção de verdadeiras fortalezas de cartas que provam quanto engenho e inteligência podem ser investidos num empreendimento absolutamente imbecil.

Nesse sentido, é importante lembrar que o que leva uma pessoa à estupidez na acepção reginaldiana não é necessariamente a burrice – definida como pequena capacidade de cognição. Existem motivações inconscientes que não raro desembocam no mecanismo do auto-engano. Isso faz parte da própria experiência de viver em sociedade, e talvez não seja possível ser humano sem alguma medida de ilusão. O risco, segundo Reginaldo, é a extrapolação do engano para a política e a história, já que empreendimentos impulsionados por equívocos sobre o ser quase sempre desencadeiam grande violência e sofrimento aos mortais.

 “Se quisermos paz, precisamos reconhecer que, do mesmo modo que a matéria tende ao caos, a mente tende ao erro. Somos aptos à imbecilidade, e precisamos nos policiar para não permitir que essa idiotia se materialize como perseguição ou violência contra pessoas inocentes[12]”.

O que leva pessoas inteligentes a incorrerem inconscientemente nas mais variadas formas de idiotice? Reginaldo escreveu centenas de páginas à dissecação da origem da Idiotice. Seu “Genealogia do Boçal”, por exemplo, esmiúça as causas mais corriqueiras que costumam desencadear o fenômeno do auto-engano, e conclui que, na maior parte dos casos, o nascimento da idiotice está ligado à propensão do ser humano acreditar naquilo que lhe convém.

 “O auto-engano é pré-requisito para todo empreendimento que exige alguma medida de violência ou brutalidade. Entenda-se: quando voluntariamente causamos mal a alguém, é muito mais reconfortante imaginar que provocamos esse mal motivados por motivos nobres – pela pátria, pela história, pelo bem comum! A idiotice, portanto, tem o papel social de criar discursos legitimadores de atitudes que, numa sociedade sensata, seriam considerados crimes. O auto-engano é uma poderosa força civilizatória.[13]

Eis o grande legado do reginaldismo: uma postura de humildade intelectual que nos impede de tirar conclusões precipitadas potencialmente danosas a terceiros. Seus detratores acusaram-no de denegrir a dignidade do homem e sujar de lama o edifício da história. Reginaldo, na verdade, sempre se definiu como um humanista, e em sua autobiografia intelectual disse que o que motivou cada um de seus trabalhos foi um profundo amor pelo sofrimento de seus iguais.

“Nada irrita tanto quanto as aporrinhações de um imbecil, especialmente as de um imbecil fanático. Sempre me doeu pensar nos milhões de pessoas lúcidas que, pelo mundo agora, tiveram que sofrer com as conseqüências de empreendimentos disparatados, destituídos de qualquer fundamento fático. Foi para esses, para os inteligente quietos, desprezados e insultados, que eu escrevi a minha obra. Pois, ao contrário do que foi sugerido num livro muito célebre, sanidade não é estatística, graças a Deus”.

Em breve, a Organização Internacional para a Promoção da Obra Reginaldiana irá erguer um monumento em sua homenagem em dez das mais populosas cidades do planeta. No pedestal, gravado em mais de 70 línguas, a inscrição “Sou humano, e nada do que é idiota me é estranho”.

 

 

[1] Em “A Era da Masturbação”, org. por De Zaca, José. C4 Editora.

[2] Pantoja Bombazar, José Reginaldo, O Fardo deste Homem Branco: Uma Autobiografia Intelectual, pag- 47. Edições Galavéia.

[3] Idem, Teoria Pura da Idiotice, pag 290. Coleção Clássicos Juvenis. 97 Edição.

[4] Idem, O Fardo deste Homem Branco: Uma Autobiografia Intelectual, pag- 70

[5] Idem, Teoria Pura da Idiotice, pag. 178.

[6]Idem, Nascimento da Tragédia: ou Como a Idade da Pedra Lascada nos Lascou, pags- 17-18. Volume XIX da edição crítica das Obras Completas de Reginaldo. Editora da Universidade do Pólo Sul, 59ª Edição.

[7] Ibidem, pag. 155.

[8] Idem, Teoria Pura da Idiotce, pag 357.

[9] Idem, “Verdades Mínimas Para uma Vida Menos Tola, pag. 70

[10] Idem, Teoria Monocausal da História, . pag. XIX, prefácio à terceira edição, reproduzido no Volume XXXII da edição crítica das Obras Completas de Reginaldo. Editora da Universidade do Pólo Sul, 59ª Edição.

 

[11] Ibidem, pag. 360.

[12] Idem, Nascimento da Tragédia: ou Como a Idade da Pedra Lascada nos Lascou, pag- 229. .

[13] Idem, Genealogia do Boçal, pag, 76. Vol XII da edição crítica das Obras Completas de Reginaldo. Editora da Universidade do Pólo Sul, 59ª Edição.

 

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